Autor: Anibal Sá Design Intelligence

  • Utilizando Wordfence

    Utilizando
    Wordfence

    Nesse artigo, a ideia é armazenar diversas informações pertinentes ao uso e configurações do Wordfence e através de uma série trazer a tradução automática para o português da documentação do plugin. Nem toda a documentação estará aqui completa, pois tomarei como base minhas próprias dúvidas e a de eventuais clientes, que no que diz respeito à segurança de TI, somo todos iniciantes.

    Não sou especialista em segurança cibernética. Sou designer, desenvolvedor web e jornalista. Além de curioso, por natureza. Então, juntando minhas duas últimas qualificações, saio pela rede investigando tudo o que posso sempre quando deparo com algum problema ou quando estou em busca de novas soluções. Logo, o que escreverei nos posts relacionados ao Wordfence e, eventualmente, sobre outros plugins terão por base a minha experiência e a documentação oficial de seus desenvolvedores.

    Não estarei, ao menos nesse momento, seguindo, uma ordem de documentação, mas, partirei do ponto onde encontrei um problema que ainda estou testando. Fiquei preso do lado de fora de casa.

    Instalei um plugin de reCaptcha – o Advanced noCaptcha & invisible Captcha – para reforçar a segurança nos formulários de “Fale Conosco” e comentários de posts. Mas, afoitamente, aproveitei e pensei: “o que custa também acrescentar outra camada de proteção aos formulários de login na administração do site?!” e pimba!… fui lá e marquei a caixinha habilitando a proteção de login. E assim fiquei batendo na porta e ninguém me deixava entrar.

    Como entrei? Outra hora, conto. Mas, consegui entrar, sem fazer bagunça e sem arrombar as portas. Assegurei que o plugin de reCaptcha estava desativado e voltei lá no Wordfence para rever suas configurações. E aqui estou eu, escrevendo esse post, pois assim nunca mais esqueço (não esqueço mesmo!) as configurações que estou adotando e tomando como padrão, ao mesmo tempo que me esclareço através da documentação oficial do plugin.
    Quem se interessar em ler no original, pode ir direto lá.

    Mas, vamos começar a série no próximo post: Proteção contra força bruta. E de lá seguimos.

  • Wordfence – plugin WordPress para segurança

    Wordfence – plugin WordPress para segurança

    Até a data de publicação desse artigo, já são mais de 3 milhões instalações ativas, a partir do repositório oficial do WordPress. O Wordfence Security tem uma excelente avaliação entre os usuário e mantém a compatibilidade com a versão 5.2.2 do WP. Blogs como Kinstra o recomendam por ser uma solução gratuita e sua versão premium é mais barata para desenvolvedores.

    A seguir, reproduzo alguns trechos sobre o plugin, retirados diretamente do Kinstra, que nesse artigo faz um review de outros plugins, como Sucuri Security, iThemes Security, WP fail2ban, All In One WP Security & Firewall, Jetpack, SecuPress e tantos outros. No entanto, vou me ater ao Wordfence, que é o plugin que estou estudando e testando.

    Wordfence Security é um dos mais populares plugins de segurança WordPress e há um bom motivo para isso. Esta verdadeira joia combina simplicidade e poderosas ferramentas de proteção, como recursos robustos de login seguro e acessórios de recuperação de incidentes de segurança. Uma das principais vantagens do Wordfence é o fato de que ele oferece insights sobre as tendências gerais de tráfego em seu site e tentativas de ataques.

    O Wordfence possui uma das mais incríveis soluções gratuitas, que inclui desde bloqueios de firewall à proteção contra ataques de força bruta. A versão premium custa a partir de US$99 por ano e cobre apenas um site. Os criadores do plugin o tornam mais barato para desenvolvedores, oferecendo grandes descontos quando há a aquisição de chaves para múltiplos sites. Por exemplo, ao adquirir 25 chaves, o valor cai para US$29 por ano para cada site. De forma geral, vale a pena considerar o Wordfence se você estiver trabalhando no desenvolvimento de diversos sites e deseja proteger todos eles.

    Conferi diretamente no site do Worfence algumas de suas principais características, que encontro na versão gratuita:

    • Proteção de senhas vazadas
    • Monitoramento em tempo real do tráfico no seu site, incluindo origem endereço IP e hora do dia
    • Bloqueio manual de atividades maliciosos por humanos e por robôs
    • Reparo de arquivos do WordPress, temas e plugins
    • Autenticação de dois fatores e uso do reCaptcha do Google*

    Acompanhe minhas análises e estudos sobre o Wordfence nos próximos artigos, ok?!

  • Em busca da Proporção Divina

    Em busca da Proporção Divina

    Harmonia e equilíbrio são dois fatores que perseguimos em qualquer projeto, seja ele gráfico, arquitetônico ou musical, quando estamos em busca da proporção divina. A partir dela podemos criar composições que, além de serem claras e precisas, aos olhos de quem as vê, também por si só, se tornam belas e balanceadas em seu todo.

    No design de sites, como em todo projeto, podemos utilizar duas metodologias, usadas desde o Renascimento pelos grandes mestres da arte: a sequência Fibonacci e a Regra dos Terços.

    Forma oficial da logomarca em cores

    Como diz o nome, os projetos de Fibonacci são baseados na conhecida sequência de números, que relacionados ente si criam a Proporção Áurea. Mas, não é apenas a metodologia Fibonacci que pode ser empregada na busca de composições harmoniosas em um design. A regra dos terços, que tem por objetivo a mesma proporção Áurea, é um processo mais simplificado, embora, um tanto eficaz.

    Cada uma das metodologias acima possuem aplicações práticas no web design e é isso que vamos ver ao longo dessa série.

    Fibonacci

    Por definição, os dois primeiros números de Fibonacci são o 0 e 1, e cada número a seguir é a soma dos dois anteriores a si. Uma clássica sequência é:
    0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233…

    Quanto mais alta a sequência de Fibonacci, mais próximos seus números se relacionam de acordo com a Proporção Áurea.

    No entanto, no processo criativo, a sequência é um parâmetro orientador que pode servir de base a todo projeto gráfico. Logo, você pode determinar um número base, que não seja o 0 ou o 1, e a partir desse número elaborar sua sequência.

    Nos meus projetos, normalmente, eu começo com o 8px para a menor medida, como os paddings laterais em uma tela de 320px.

    Assim, minha sequência seria: 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144

    Regra dos terços

    Essa regra baseia-se em dividir qualquer composição em nove partes iguais, separadas por duas linhas horizontais e duas linhas verticais igualmente espaçadas entre si.

    Da interseção dessas quatro linhas temos quatro pontos que são utilizados como “âncoras” para os elementos mais importantes a serem vistos na composição.

    O uso da regra dos terços, apesar de mais simplificada e não exigir cálculos matemáticos, através de seus alinhamentos é uma poderosa técnica para criar um composição com mais intensidade, energia e atração visual.

  • Frases sobre design

    frases sobre design

    “Bem feito é melhor que bem dito.” – Benjamin Franklin

    “Tudo deve ser feito tão simples quanto possível… mas não mais simples.” – Albert Einstein

  • Não sabe desenhar, não é designer!

    Não sabe desenhar, não é designer!

    Polêmico né?! Parece que sim, se você apenas olhar a superfície. Agora, o que é desenhar? E o que é um designer?

    Desenhar não é apenas rabiscar linhas sobre um papel ou copiar uma forma já existente, mesmo que isso resulte numa bela imagem final.

    Desenhar envolve muito mais que usar um lápis!

    Saber o que representa um ponto e uma linha em duas e três dimensões.
    Perceber as formas obtidas a partir desse dois vetores e obter novas formas a partir deles dentro dessas dimensões, representando-as graficamente, é um pré-requisito básico para saber desenhar.

    Entender o processo de luz e sombra e saber utilizá-los em uma representação gráfica é a base para criar camadas de objetos em planos bi e tridimensionais. É o que leva a uma dupla profundidade no processos de desenhar. A primeira é obtida pelo autor do desenho, que além de avaliar corretamente os pesos e os contrastes entre formas e entre planos, consegue atingir realmente a representação gráfica imaginada para aquele desenho. E a segunda profundidade acontece quando o resultado pretendido pelo autor é o mesmo na percepção de todos que olham o mesmo desenho.

    Ao saber usar a luz e a sombra, você não apenas ontem dimensões de pesos e contrastes, mas aprende a atingir o equilíbrio do uso de cores dentro do projeto.
    E as cores por si só representam uma gama de tonalidades entre si, como despertam infinitas outras gamas de percepções no olhar dos leitores do desenho em si.

    E daí vem a perspectiva dos planos e contra-planos. E o uso dela implica no balanceamento das formas, com seus pesos, com suas texturas – sim, essas são resultantes das cores, das linhas e dos pontos e da profundidade de luz – suas medidas, seus tons de mais claros e mais escuros.

    São essas técnicas de desenho que permitem a um desenhista passar a um outro nível em suas criações.

    A partir delas vem as noções e os princípios de composição gráfica.

    E é na composição gráfica que se obtém harmonia, balanço, contrastes, movimentos, orientação e condução visual do olhar do leitor.

    Desses parâmetros e dessas técnicas surgem os projetos gráficos. Assim, nasce um design. E por detrás dessa criatura, está seu criador, o designer. E na fundação de ambos está o desenho.

  • Função wp_list_pages

    Função wp_list_pages

    Função para listar páginas irmãs:

    function combox_list_sister_pages() {
    
    global $post;
    
    $childpages = '';
    
    $string = '';
    
    $post_data = get_post($post->post_parent);
    
    $parent_id = $post_data->ID;if ( is_page() && $post->post_parent )
    
    $childpages = wp_list_pages( 'sort_column=post_title&depth=1&title_li=&child_of=' . $parent_id . '&echo=0&exclude=' . $post->ID);
    else
    $childpages = wp_list_pages( 'sort_column=post_title&depth=1&title_li=&child_of=' . $post->ID . '&echo=0&exclude=' . $post->ID );
    
    if ( $childpages ) {
    
    $string = '<ul>' . $childpages . '</ul>';
    }
    
    return $string;
    }

    Função para listar páginas filhas:

    /**
    * Get all children from page ID
    * Return a unorderd list
    *
    */
    
    function combox_list_child_pages() { 
    global $post;
    $childpages = '';
    $string = '';
    
    if ( is_page() && $post->post_parent )
    
    $childpages = wp_list_pages( 'sort_column=menu_order&title_li=&child_of=' . $post->post_parent . '&echo=0&exclude=' . $post->ID);
    else
    $childpages = wp_list_pages( 'sort_column=menu_order&title_li=&child_of=' . $post->ID . '&echo=0&exclude=' . $post->ID );
    
    if ( $childpages ) {
    
    $string = '<ul>' . $childpages . '</ul>';
    }
    
    return $string;
    }

    Para ordenar a listagem de páginas:

    ‘sort_column’
    (string) Comma-separated list of column names to sort the pages by. Accepts ‘post_author’, ‘post_date’, ‘post_title’, ‘post_name’, ‘post_modified’, ‘post_modified_gmt’, ‘menu_order’, ‘post_parent’, ‘ID’, ‘rand’, or ‘comment_count’. Default ‘post_title’.

    Mais info:

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